100 anos de FREVO

Sexta-feira, dia 9 de fevereiro, o frevo completou 100 anos. Não do ritmo, pois este já embalava o nosso carnaval desde o final do século XIX. Mas então o que tem de especial nessa data?
Foi em 9 de fevereiro de 1907 que o termo “frevo” foi registrado pela primeira vez na imprensa. Mais precisamente no “Jornal Pequeno”.

Bom, não vou agora ficar fazendo resgate histórico do frevo porque é possível encontrar na internet um bocado de registros, por sinal, muito bem feitos. Qualquer coisa procura no ‘google

Ainda sim queria trazer uma pequena explicação dos 3 tipos de frevo, pois vejo que muita gente não conhece. São eles:
– O Frevo-de-rua
– O Frevo-canção
– O Frevo-de-bloco

O Frevo-de-rua é aquele frevo que, em geral, não tem letra. Feito para ser dançado. Como um dos exemplos temos o frevo ‘Último Dia’ de Levino Ferreira (que disponibilizo para ser escutado logo abaixo)
O Frevo-canção podemos dizer que surge com a incorporação de letras às músicas. O hino da Pitombeira, de Alex Caldas, e o Hino de Elefante, de Clídio Nigro, (abaixo disponibilizado) são grandes exemplos desta categoria
E por fim, o Frevo-de-bloco. Surge das serenatas. Em geral tocado por orquestras de pau e corda e acompanhados por um coral feminino. São exemplos “Último Regresso” de Getúlio Cavalcante e A dor de uma saudade de Edgard Moraes (também encontrada abaixo).

Na próxima postagem quero falar de outras coisas do frevo e também sobre o que temos na nova geração.

Abaixo, as músicas. Bom proveito! Já conhecem o esquema para escutar né? Mesma coisa dos vídeos do youtube: Aperta o ‘play’, dá um ‘pause’ para carregar um pouco, evitando assim que a música fique parando, e em seguida é só apertar ‘play’ novamente e curtir o som.

Ah! antes que me esqueça. Quer baixar frevo? Então entra nesse maravilhoso link: http://frevo.multiply.com/. Muita coisa boa para baixar e escutar.

Último Dia de Levino Ferreira (Frevo-de-rua):

Hino de Elefante de Clídio Nigro (Frevo-canção):

A Dor de Uma Saudade de Edgard Moraes (Frevo-de-bloco):


5 thoughts on “100 anos de FREVO”

  1. Rapaz, tem um cantor muito bom que tu poderias colocar ai, é um star, uma pessoa hélpis, batráquio mesmo… o nome dele é Luiz Halley… KKKKKKK. Abraço! Só sucesso.

  2. Parabéns cara, por estar divulgando um pouco mais, não da história que é fácil de achar, mas do que realmente é o nosso frevo: alegria, liberdade, festa de um povo guerreiro como é o pernambucano. Sou de Arcoverde.

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