PETROBRAX? Uma invenção do PSDB

Serra é mentiroso! Disse que a proposta de trocar o nome da Petrobras por Petrobrax foi obra do setor de marketing e que teria sido logo recusada.

Segue abaixo a prova do contrário.

Dia 31, derrotaremos o PSDB/DEM nas urnas! Xô tucanos!

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Bola de Papel no Serra

Achei que já tinha acontecido de tudo nesta eleição. Mas Serra dar uma de Rojas superou as minhas expectativas. (Como assim não conhece a história de Roberto Rojas?)
Pois bem… isso tudo foi uma mistura de “achar que é mais inteligente com os outros” + “assessoria incompetente”.
O resultado é que Serra virou motivo de piada na internet e em rodas de conversa com amig@s por aqui. E se você é um dos poucos que só viu a versão da Globo, acompanhe no vídeo abaixo, feito pelo SBT, o exato momento em que o Zé é atingido por uma super bola de papel.
E se você não viu reportagem nenhum, sugiro que veja o vídeo abaixo. Nele, fica bem expressa a forma tendenciosa como o vídeo foi construído pela Rede Globo de Televisão
A melhor parte de tudo ainda são as piadas que estão pipocando no mundo virtual e no Twitter. Se você não quer perder nenhum lance, clique em Bola de Papel Facts
E aproveito a postagem para repudiar o papel tosco desempenhado pelo tal médico Jacob Kligerman
que atendeu o Zé. Tonturas? Náuseas? PASSAR UMA TOMOGRAFIA??? PORRA JACOB!

É preciso derrotar Serra

Segue editoral do Brasil de Fato:
A candidatura do demotucano José Serra surpreendeu não por sua identificação com as políticas neoliberais, e sim pelo baixo nível de sua campanha

13/10/2010



Editorial ed. 398

No início do processo eleitoral deste ano, um conjunto de forças populares e movimentos sociais decidiram empenhar esforços para eleger o maior número possível de parlamentares e governadores identificados com as bandeiras da classe trabalhadora. E, nesse cenário, sobre o pleito presidencial, a unidade se deu em torno da luta para evitar um retrocesso ao país. Ou seja, não permitir a vitória da proposta neoliberal, representada na candidatura do tucano José Serra. Assim, passado o primeiro turno, realizado no dia 3 de outubro, é importante fazer uma avaliação do que significou esse processo. Até porque a expectativa era de vitória da candidata Dilma Rousseff no primeiro turno.


Importantes avanços

São boas as renovações que ocorreram nas assembleias estaduais, na Câmara dos Deputados, no Senado Federal, na eleição e reeleição de governadores progressistas. Nesse sentido, destacamos a vitória do povo gaúcho, que derrotou o mandato tucano de Yeda Crusius. Candidata à reeleição ao governo do Rio Grande do Sul, Yeda se notabilizou no controle da mídia, na criminalização dos movimentos sociais e na repressão à luta dos trabalhadores.


Campanha presidencial

É importante ressaltar que, nesta a campanha presidencial, os graves problemas do povo ficaram ausente do processo. Evidenciou-se que a falta de debates em torno de projetos políticos e dos problemas principais que afetam a população brasileira. Assim, a campanha de Dilma Rousseff buscou apenas divulgar o desenvolvimento econômico e as políticas sociais do governo Lula e apoiar-se na popularidade do atual presidente. Com essa estratégia, obteve quase 47% dos votos, mas insuficientes para vencer no primeiro turno.

A candidatura do demotucano José Serra surpreendeu não por sua identificação com as políticas neoliberais, e sim pelo baixo nível de sua campanha. Foi agressivo, tentou interferir em julgamentos do Supremo Tribunal Federal (STF), espalhou mentiras e acusações infundadas. Independente de qualquer outro resultado, a biografia do candidato já é a maior derrotada nessas eleições.

Já as candidaturas identificadas com os partidos de esquerda, que utilizaram o espaço eleitoral para defender os interesses da classe trabalhadora, infelizmente tiveram uma votação baixa.

Outro elemento importante neste atual quadro é o descenso social de duas décadas em nosso país. A fragmentação das organizações da classe trabalhadora e a fragilidade da política de comunicação com a sociedade também influíram no resultado eleitoral. 

Assim, as eleições deste ano demonstraram o poder nefasto e antidemocrático da mídia. Mas, por outro lado, potencializaram uma rede de comunicadores independentes, comprometidos com a liberdade de expressão, que enfrentaram o monopólio dos meios de comunicação. São avanços importantes rumo à democratização da informação e pelo controle social sobre meios de comunicação em nosso país. 


Segundo turno

No dia 31, o povo brasileiro terá de fazer sua escolha. De um lado, o demotucano José Serra. E, como já dissemos aqui neste espaço, atrás da candidatura Serra estão as forças do capital mais atrasadas e subservientes ao império estadunidense, os grandes bancos, a grande indústria paulista, o latifúndio atrasado de Kátia Abreu e o agronegócio “moderno” do etanol. Seu programa é um só: a volta do mercado, benefícios para as empresas e a repressão para conter as demandas sociais. Seria a prioridade no programa dos PPPs já aplicado em São Paulo: privatizações, pedágios e presídios.

De outro lado, a candidatura de Dilma Rousseff, do Partido dos Trabalhadores (PT). Também como já dissemos, a candidatura Dilma representa continuidade do governo Lula e tem forças sociais entre a burguesia (temerosa da reação das massas), setores da classe média que melhoraram de vida e amplos setores da classe trabalhadora. Praticamente todas as forças populares organizadas têm sua base social apoiando a candidata petista.

Assim, o conjunto das forças populares e movimentos sociais, que mantêm o compromisso de defesa das bandeiras de lutas da classe trabalhadora e da construção de um país democrático, socialmente justo e soberano, defendem a candidatura de Dilma. Mas manterá a autonomia de luta independente do governo eleito. 

Infelizmente, os avanços do governo Lula em direção às bandeiras democrático-populares foram insuficientes, em que pese o acerto de sua política externa. Também preocupa constatar que, no arco de alianças da candidatura de Dilma Rousseff, há forças políticas que se contrapõem a essas demandas sociais.

Porém, fica uma certeza: José Serra, por sua campanha, pelo seu governo em São Paulo e pelos oito anos de governo FHC, tornou-se inimigo da classe trabalhadora e das nossas bandeiras de lutas. Pelo caráter anti-democrático e anti-popular dos partidos que compõem sua aliança e por sua personalidade autoritária, uma possível vitória sua significará um retrocesso para os movimentos sociais e populares em nosso país. Além disso, uma eventual vitória do demotucano será um retrocesso para as conquistas democráticas em nosso continente e representará uma maior subordinação aos interesses do império estadunidense.


Evitar o retrocesso

Por isso, frente a esse cenário, as forças populares e os movimentos sociais da Via Campesina declaram seu apoio e compromisso de lutar para eleger a candidata Dilma Rousseff. E o Brasil de Fato soma-se a essas organizações no sentido de derrotar o demotucano Serra e tudo o que sua candidatura representa. Ou seja, é preciso derrotar a candidatura Serra, pois ela representa as forças direitistas e fascistas do país.

Mas alertamos. É importante seguir organizando o povo para que lute por seus direitos e mudanças sociais profundas, mantendo a autonomia frente aos governos

Velha Direita é cara de pau!

É este um dos termos mais apropriados para este pessoal.

   Vivem levantando a voz para denunciar supostas tentativas, por parte do Governo Lula, de acabar com a liberdade de expressão. Puro confete para sua torcida.

   A verdade é que o Governo Lula pouco fez para ao menos amenizar os crimes cometidos pela grande imprensa brasileira ao povo brasileiro. Continuaram fazendo o que bem entenderam. E ainda recebendo vultuosas verbas de propaganda do governo federal.

   Recentemente ocorreu a demissão da Maria Rita Kehl do Estadão porque ousou destilar um pouco de liberdade e de independência em suas páginas. (para ler o artigo: Dois pesos…)

   O mais interessante desta história é que não vi um pio sequer dos supostos arautos da liberdade de expressão em nosso país. Cadê Marcelo Tas? Cadê Arnaldo Jabor? Cadê Marcelo Madureira? Silêncio sepulcral! Hipocrisia é bóia, como se fala aqui em Recife.

   Liberdade de expressão não significa fazer o que quiser por deter os meios de comunicação e mentir à vontade.

No 2º turno, o voto é contra Serra!

Segue abaixo a carta do MAB – Movimento dos Atingidos por Barragens – com sua posição para este 2º turno da disputa pela presidência.

Precisamos estar cientes de nossa responsabilidade. A Dilma não é a candidata dos nossos sonhos, mas o Serra, sem dúvida, está em nossos piores pesadelos. Não ao atraso tucano. Não ao PSDB!

Eis a carta:

Em defesa dos interesses do Povo Brasileiro, vamos eleger Dilma Roussef presidenta do Brasil

Frente ao processo eleitoral e a disputa pela presidência da republica neste 071010_eleicoes2010segundo turno, manifestamos nossa posição política:

Desde o primeiro turno, nossa posição e nosso envolvimento orientaram-se para derrotar os setores que se configuravam como inimigos da classe trabalhadora, pois, não admitimos recuar em avanços que o povo brasileiro obteve nos últimos anos.

A candidatura Serra representa o projeto e todo o conjunto de políticas do governo Fernando Henrique Cardoso (FHC), que causou grande estrago aos trabalhadores a ao povo brasileiro. Por trás de seu projeto neoliberal está o interesse de retomar as privatizações; entregar o patrimônio público e as riquezas naturais às grandes corporações internacionais; promover uma ofensiva sobre os direitos trabalhistas e legitimar o processo de criminalização sobre os mais pobres e os setores organizados da sociedade.

A candidatura Serra representa a aliança e a subordinação às políticas dos Estados Unidos e à política de golpismo, que as forças ultraconservadoras permanentemente tentam implementar sobre os trabalhadores de vários países. Seu verdadeiro interesse está em colocar o Estado brasileiro a serviço dos setores que sua candidatura representa.

Entendemos que os avanços obtidos nestes últimos anos foram insuficientes e mantemos nossa posição crítica sobre questões estruturais. No entanto, neste momento não podemos retroceder, é hora de eleger Dilma presidenta do Brasil. Mas, desde já, é necessário construir unidade entre o campo e cidade para criar força social e fazer as lutas que serão necessárias para enfrentar e derrotar a direita e seus planos de ataque aos trabalhadores – que tendem ser a permanentes, mesmo após o processo eleitoral.

Portanto, conclamamos todos os lutadores e lutadoras do povo brasileiro, militantes sociais, lideranças e organizações de todas as partes do Brasil, do campo e da cidade, para sair às ruas, bairro por bairro, comunidade por comunidade, conversando com as pessoas e trabalhando de forma permanente para derrotar Serra/FHC e elegermos Dilma Presidenta do Brasil.

Água e energia, não são mercadorias!

Boatos religiosos contra Dilma

Dilma Rousseff
Não ao atraso. Xô Tucanos!
Se não deixei claro antes, reforço agora: meu voto no 2º turno é na Dilma! É como li em algum lugar: Dilma está longe de ser a presidente dos meus sonhos, mas Serra, com certeza, está nos meus piores pesadelos.

Mas a motivação para esta postagem vem do seguinte ponto: vejo muitos petistas entusiasmados em formar verdadeiras frentes virtuais anti-boatarias, como as que infestaram a última semana de campanha e tiraram milhões de votos da candidata petista.

E quem não tiver esta análise, peço que pense com carinho ou me sugira um outro motivo. Mas não vejo como ser diferente. Por muito tempo o PSDB-DEM-Imprensa burguesa apostaram na tática de bater na Dilma pela questão da Erenice e bla-bla-bla. Nesta fase não conseguiram tirar um voto sequer da Roussef. Mas bastou atentarem para a necessidade de apelar para temas como aborto, homossexualismo para a campanha de Serra ganhar uma cara.

Pois a reflexão que trago, enfim, é a seguinte: não foram os boatos na internet que tiraram votos da Dilma não. Sou um entusiasta das possibilidades infinitas que internet traz, mas o alcance ainda é limitado. O que tirou mesmo votos da Dilma, acredito eu, foram os ataques orquestrados de parte das igrejas evangelicas e do setor mais conservador da igreja católica. Ouvi este relato de camaradas em outras cidades e presenciei isso muito fortemente aqui em Petrolina.  



Pelo que senti, inclusive, o estrago só não foi maior porque a Igreja Universival sempre esteve fechada com a candidata governista e serviu como campo de resistência neste espaço de disputa. As rádios religiosas foram instrumentos importantes.

Os setores progressistas da Igreja Católica e de outras Igrejas precisam agir fortemente nesta questão. Há de se ter cuidado de não levar o discurso da candidata ainda mais para a direita. Mas não dá pra deixar os boatos progredirem ainda mais. Chega de preconceito e de atraso.