Seria a Carla Bruni uma revolucionária?

Esta semana que passou marcou o reinício de minhas atividades, após pouco mais de 20 dias de férias. Entro no meu último ano de curso. Mas isso é assunto para outro momento…

Esta postagem é para falar de duas notícias que me chamaram atenção em meio ao que tenho lido sobre a vitória do povo e de Evo no referendo na Bolívia, os gritos histéricos dos conservadores italianos e brasileiros sobre o exílio a Cesare Battisti, a posse de Obama e até sobre o pé na bunda que o príncipe Harry levou da namorada, na Inglaterra.

Refiro-me a duas notas sobre a Carla Bruni. Ela mesmo. A esposa do presidente francês.nela antes. Nesta postagem.
Inclusive, já falei


Só um pouco bonita, hein?


Pois bem… como dizia… duas notícias sobre a primeira-dama me chamaram a atenção.

A primeira delas dizia: Carla Bruni afirma que se considera de esquerda.
Dentro da notícia, nada demais. Apenas um blá-bla-blá onde ela diz que sempre se considerou de esquerda, mesmo não sendo militante. E diz que o Sarkozy mesmo fala que “ela vê a parte humana, e ele a técnica”. Que emblemático, hein? Frase despretensiosa, mas muito sintomática do momento que vivemos.

Aí, que leio, em outro momento, a seguinte manchete: Carla Bruni não teve ‘qualquer infuência’ em decisão brasileira sobre Battisti.
Neste momento pensei: “Será??” Pelo que entendi, no final das contas não passa de muito confete. Avalio que Tarso fez o que fez, e Lula bancou, como uma espécie de revide ao caso de Salvatore Cacciola, em que, condenado no Brasil, ficou foragido na Itália e o governo daquele país negou sua extradição ao Brasil. Somente em Mônaco, o salafrário pôde ser preso.

Mas voltando a Carla, uma afirmação sua na reportagem meio que quebra o encanto:
“Eu não me permitiria nunca, não tenho ideologia, nunca defendi Battisti e estou feliz por poder responder a esta pergunta e dizer isso aos familiares das vítimas”.
Deve estar querendo evitar criar problemas para seu marido no relacionamento com a Itália. Mas que ela poderia manter seu encanto em alta sem esta frase, poderia sim. Mesmo sabendo que tratamos de confetes.

Viva os 50 anos da Revolução Cubana

Um Resistência que Orgulha

Peço licença para utilizar-me do velho clichê da imagem que vale mais que mil palavras.
É com esta linda foto da Revolução Cubana que dou início às postagens de 2009.

E que tenhamos um ano de muitas lutas e vitórias!

Algumas novidades pela frente. A escrita, a música e as imagens ganharão força no Propalando. Outras projetos aparecerão.
Pessoalmente, entro no meu último ano de curso. Muito trabalho e muito estudo. Acho que com esforço redobrado, doses de disciplina e o indispensável tempero da luta e dos momentos de descontração, tudo caminhará no seu trajeto!

Abraços!